OBESIDADE DESCONTROLADA É UM PROBLEMA SÉRIO

6 de julho de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: PERFIL METABÓLICO (LDL – COLESTEROL, HDL – COLESTEROL, VLDL COLESTEROL, TRIGLICÉRIDES)


PRECOCE NA VIDA PREVÊ ATEROSCLEROSE SUB-CLÍNICA, QUE É UM PREDITOR DE COMPROMETIMENTOS CARDIOVASCULARES MAIS TARDE NA VIDA.


Uma avaliação para verificar se o perfil metabólico (LDL – colesterol, HDL – colesterol, VLDL - colesterol, triglicérides) fornece qualquer valor além de medições dos lipídios convencionais (LDL – colesterol, HDL – colesterol, VLDL - colesterol, triglicérides) sugere que o modelo de metabolômica (a metabolômica é uma área das Ciências "ômicas” que analisa o metaboloma (conjunto de todos os metabólitos que são produzidos ou modificados em um organismo) elucidando a função e o relacionamento entre os genes, os mecanismos de expressão destes genes, as proteínas expressas, sua regulação e o resultado metabólico deste sistema. Uma investigação completa do metaboloma é dificultada pela sua enorme complexidade e dinâmica) pode melhor diferenciar pacientes jovens em risco para o desenvolvimento da aterosclerose. A aterosclerose é caracterizada por um período assintomático longo e progressivo, e a extensão da aterosclerose pode ser medida através da ultra-sonografia, por ex., da artéria carótida. A aterosclerose da carótida, medida pela ultra-sonografia é um forte preditor de eventos cardiovasculares. O objetivo dessa avaliação foi a criação do perfil metabólico abrangente para ver se podemos determinar quem irá desenvolver maior espessura da camada íntimo-média das artérias mais tarde na vida. 
Quando estes resultados foram apresentados no Congresso de Aterosclerose da Sociedade Européia 2011, explicou-se que este estudo foi desenhado com a prevenção primária em mente e que os pesquisadores incluíram 1570 indivíduos saudáveis ​​com idades entre 24 a 39 anos de idade. O grupo utilizou fatores de risco estabelecidos e a circulação de metabólitos para prever quem iria desenvolver maior espessura da camada íntimo-média ou placa aterosclerótica durante os seis anos de acompanhamento. Foi dito que um modelo metabolômica é mais capaz de "entrar nos processos de doença, a fim de entendê-lo em uma base molecular". Com perfil metabólico, que é de baixo custo por amostra, foi medido o perfil de subclasses de lipoproteínas, tais como os diferentes tamanhos de partículas de VLDL - colesterol, LDL - colesterol e HDL - colesterol. Dentro destas partículas, foram quantificadas a extensão do colesterol total, colesterol livre, esteres de colesterol, fosfolipídios, triglicerídeos, e o conteúdo total de lipídios. 
Além disso, foram medidos o ácido graxo ômega-3 e ômega-6, bem como vários metabólitos abundantes no soro, tais como aminoácidos, proteínas, e intermediários de processos metabólicos. Para as medições dos lipídios convencionais, incluindo o LDL - colesterol, HDL - colesterol e triglicerídeos, o risco de desenvolver placas espessas íntimo-médias nas artérias e placas ateroscleróticas que se mostraram elevadas entre aqueles com valores anormais de lipídios, que foi dentro do intervalo observado anteriormente. Por exemplo, níveis elevados de LDL - colesterol e HDL - colesterol medidos no início da avaliação foram associados com um risco 35% maior e um risco 21% menor, respectivamente, de desenvolvimento de aterosclerose sub-clínica. Observou-se, no entanto, um maior risco de desenvolver aterosclerose, quando se utiliza partículas de subclasses de lipoproteínas. Os dados foram ajustados para sexo, idade, índice de massa corporal (IMC), pressão arterial e história familiar de doenças e mostrou que as grandes moléculas de LDL - colesterol, as médias e as pequenas foram associadas com um risco maior de 43%, 50% e 46% de desenvolvimento de placas espessas íntimo-médias e placas ateroscleróticasAs moléculas pequenas de VLDL - colesterol foram associadas com um risco 39% maior de desenvolver aterosclerose sub-clínica. Da mesma forma, as moléculas grandes de HDL - colesterol foram um melhor preditor de placas do não desenvolvimento de espessas camadas íntimo-médias e placas ateroscleróticas em comparação com o HDL - colesterol convencional. Dois biomarcadores, ácido linoleico e ácido docosahexaenóico, foram também fortemente relacionada com a aterosclerose sub-clínica. Altos níveis séricos de ácido linoleico foram associados com um risco aumentado de espessamento da camada íntimo-média e placa aterosclerótica, enquanto o ácido docosahexaenóico foi de proteção contra a doença. Os aminoácidos tirosina e glutamina foram ambos associados a um aumento aproximado de 35% de risco de aterosclerose em desenvolvimento, uma descoberta surpreendente.

AUTORES PROSPECTIVOS

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
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Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
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Como Saber Mais:
1. Uma avaliação para verificar se o perfil metabólico (LDL – colesterol, HDL – colesterol, VLDL - colesterol, triglicérides) fornece qualquer valor além de medições dos lipídios convencionais... como saber mais.
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2. A aterosclerose é caracterizada por um período assintomático longo e progressivo... como saber mais.
http://nutricaocontrolada.blogspot.com/

3. Uma avaliação para verificar se o perfil metabólico fornece qualquer valor além de medições dos lipídios convencionais pode melhor diferenciar pacientes jovens em risco para o desenvolvimento da aterosclerose... como saber mais.
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Referências Bibliográficas:
Dr. Peter Würtz (Universidade de Helsink, Finlândia); 30 jun 2011 (Gotemburgo, Suécia).







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13 de junho de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: O CONTROLE ALIMENTAR, NUTRIÇÃO ADEQUADA E A ATIVIDADE FÍSICA SÃO A CHAVE PARA SE TRATAR NÍVEIS ELEVADOS DE TRIGLICÉRIDES.

Dieta e exercícios são a base do tratamento para pacientes com níveis elevados de triglicérides, de acordo com uma nova declaração científica da American Heart Association (AHA). Baseado em um algoritmo (tipo receita que mostra passo a passo os procedimentos necessários para a resolução de uma tarefa) para o rastreamento e manejo de pacientes com os triglicérides elevados, foi estabelecido um nível ótimo de triglicerídeos, devendo ser menor de 100 mg / dL, deve-se recomendar a dieta intensiva e mudanças de estilo de vida para pacientes com triglicérides elevados no limite superior da faixa de normalidade.Nós podemos fazer uma grande diferença com a mudança de estilo de vida, que inclui o estilo de vida tradicional, embora possa ter de ser um pouco mais rigoroso em termos de dieta e exercício em pacientes com triglicérides elevados. Para pacientes com níveis limítrofes de triglicérides, aqueles que variam de 150 a 199 mg / dL, é recomendada a perda de 5% do peso corporal atual e limitar os carboidratos a 50% a 60% da ingestão calórica diária. 
A perda de peso tem um efeito benéfico sobre os lípides e as lipoproteínas, com redução de peso de 5% a 10% do peso corporal, resultando em uma diminuição de 20% nos triglicerídeos, uma redução aproximada de 15% na lipoproteína de baixa densidade (LDL - mau colesterol), e um 8% a 10% de aumento na lipoproteína de alta densidade (HDL – bom colesterol). O comitê de redação da AHA recomenda limitar a adição de açúcares inferior a 10% da ingestão calórica diária e dá novas orientações sobre o consumo de frutose, recomendando que os pacientes no limite superior da faixa de normalidade consomem menos de 100 gramas. Tem havido alguma confusão em torno do papel dos triglicerídeos na doença cardiovascular, com especialistas a questionando se era um preditor de eventos cardiovasculares, em si, e qual nível de triglicérides elevado podem ser influenciados pela dieta e pelo estilo de vida . Sabemos que os triglicérides elevados estão associados com níveis elevados de LDL – mau colesterol e esta associação eleva os níveis de risco, mais do que qualquer um isoladamente, ou seja, tem um duplo risco de doença cardíaca. A questão é como dissociar os triglicérides de outros fatores de risco, porque normalmente as pessoas que têm níveis altos de triglicérides, muitas vezes têm resistência à insulina, HDL – bom colesterol baixo, pressão arterial elevada e esta é a associação de fatores que compõem a síndrome metabólica. Tem-se mostrado que a observação para esses diversos fatores da síndrome metabólica torna mais difícil trazer à tona os riscos relativos de níveis elevados de triglicérides. 
Uma análise multivariada de observação para esses outros fatores de risco diminui a importância relativa dos triglicerídeos, mas a níveis elevados continuam a ser um importante preditor independente de risco cardiovascular. Na nova declaração da AHA, a base de mais de 500 estudos internacionais nos últimos 30 anos, o grupo define os níveis de triglicérides normal <150 mg / dL e ótimo como <100 mg / dL.Entre os indivíduos com triglicérides elevados no limite superior da faixa de normalidade ou muito alto, é recomendada a perda de peso de até 10% do peso corporal. Também se faz novas recomendações sobre o consumo de frutose e se afirma que as pessoas não devem ingerir mais de 50 a 100 g de frutose em alimentos processados ao dia. Os indivíduos são encorajados a comer mais verduras e frutas mais baixas em frutose, como melão, uva, morango, pêssego e banana. Além disso, as pessoas devem comer grãos integrais ricos em fibras e gorduras insaturadas saudáveis, especialmente os ácidos graxos ômega-3. Todos os indivíduos são encorajados a se exercitar em intensidade moderada por pelo menos 150 minutos por semana, já que estas atividades podem reduzir os níveis de triglicérides em mais 20% para 30%. Foi observado que nos pacientes com triglicérides elevados, sem considerar os níveis do HDL - bom colesterol, de acordo com as orientações do National Cholesterol Education Program Adult Treatment Panel (NCEP ATP III), essas orientações também são utilizados para orientar a terapia de droga. 
Para aqueles com níveis muito elevados de triglicérides, a terapia de droga é utilizada para reduzir o risco de pancreatite. As orientações sugerem a utilização da dosagem dos níveis de triglicérides sem jejum, o que deve simplificar as coisas para pacientes e médicos por acabar com o jejum tradicional de 12 horas. Observa-se que, 31% dos adultos têm níveis de triglicérides superiores a 150 mg / dL, que 33% dos brancos têm níveis elevados de triglicérides e 16% dos negros têm níveis elevados de triglicérides.






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Dr. João Santos Caio Jr.
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Como Saber Mais:
1. Dieta e exercícios são a base do tratamento para pacientes com níveis elevados de triglicérides...
...como saber mais.
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2. As novas recomendações sobre o consumo de frutose e se afirma que as pessoas não devem ingerir mais de 50 a 100 g de frutose em alimentos processados ao dia...como saber mais.
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3. Os indivíduos são encorajados a comer mais verduras e frutas mais baixas em frutose, como melão, uva, morango, pêssego e banana
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Referências Bibliográficas:
Miller m, Stone Ballantyne, C NJ, et al. Triglicérides e doença cardiovascular.Circulation 2011; DOI: 10.1161/CIR.0b013c3182160726.









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6 de maio de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA – NUTRIÇÃO: CONSUMO DE FRUTAS, VEGETAIS E AZEITE DE OLIVA ESTÁ RELACIONADO COM O BAIXO RISCO DE DESENVOLVER DOENÇA CARDIOVASCULAR


EVITAR O DESENCADEAMENTO DE ATEROSCLEROSE, COM COMPROMETIMENTO DE ÍNDICE ELEVADO DE GORDURAS NO SANGUE (COLESTEROL TOTAL, DESCOMPENSAÇÃO DO HDL – BOM COLESTEROL, LDL – COLESTEROL (MAL COLESTEROL) E TRIGLICÉRIDES), OBESIDADE, SOBREPESO, GORDURA INTRA – ABDOMINAL.


A doença cardiovascular é a principal responsável por morte nos países desenvolvidos e no Brasil. Dentre elas, estão: angina, infarto do miocárdio e no cérebro, levando ao acidente vascular cerebral isquêmico, mais popularmente conhecido como“derrame cerebral”. Os principais fatores de risco são: índice elevado de gorduras no sangue (colesterol total, descompensação do HDL – bom colesterol, LDL – colesterol (mal colesterol) e triglicérides), diabetes (elevação da taxa de açúcar no sangue), pressão arterial elevada, cigarro, histórico familiar, obesidade, sobrepeso, obesidade visceral, intra abdominal, central e sedentarismo. Dentre todos estes fatores, o excesso de peso, com gordura visceral, intra abdominal, central, tem papel central no aumento de risco da doença coronariana.
A Organização Mundial de Saúde define sobrepeso e obesidade pelo Índice de Massa Corpórea (IMC), que é a relação entre o peso e a altura. A fórmula para calcular este índice é a seguinte: o peso (em quilogramas) dividido pela altura (em metros) elevada ao quadrado. O cálculo é válido para melhor orientação nutricional, pois se o IMC ficar entre 25 e 30 kg/m², a pessoa é classificada como sobrepeso e com IMC superior a 30 kg/m² é considerado obeso. A obesidade é classificada em três categorias, apontando os diferentes níveis de risco para doenças, entre elas a obesidade mórbida (IMC maior que 40 kg/m²). A prevenção para evitar as doenças cardiovasculares está basicamente resumida na alimentação, atividade física e controle de peso, com diminuição do sobrepeso e obesidade. 
Uma alimentação saudável e com variedades em frutas, legumes, vegetais folhosos e consumo de gorduras monoinsaturadas como a encontrada no azeite de oliva está fortemente associada á baixa incidência de doença arterial coronariana, se pensarmos o que significa a obesidade e sobrepeso, não é nada mais do que tentar quebrar a lei intuitiva da oferta e da procura, nós não temos necessidade de quantidades acima do necessário para nossa fisiologia orgânica de substâncias energéticas, muitos já pensaram em revogar esta lei e se deram muito mal em qualquer atividade humana. Previna de forma fundamentalista este desastre. 



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1. O azeite de oliva está associado á baixa incidência de doença arterial coronariana...
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2. Consumir vegetais folhosos e azeite de oliva diminuem chances de doenças cardiovasculares...
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3. A doença cardiovascular é a principal responsável por mortes...
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Referências Bibliográficas:
Benedetta Bendinelli, Giovanna Masala, Calogero Saieva, et AL.Fruit, vegetables, and olive oil and risk of coronary heart disease in Italian women: the EPICOR Study. American Journal of Clinical Nutrition:2011.







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24 de março de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: LÍPIDIOS E ESTRESSE - UMA DUPLA MORTÍFERA , COLESTEROL TOTAL, LDL COLESTEROL-MAL COLESTEROL, HDL COLESTEROL-BOM COLESTEROL,


RUPTURA DE PLACAS DE ATEROMA (PLACAS QUE ENTOPEM VASOS), PROCESSO TROMBOEMBÓLICO (ENTUPIMENTO DOS VASOS), GRAVE, QUE PODE LEVAR PESSOAS AO ÓBITO.


Ao avaliarmos os riscos de algumas doenças, algumas se sobressaem, por seu potencial de causar danos graves ao corpo humano. Entre as doenças agudas sérias, algumas doenças vasculares, formadoras de placas de ateroma (aterosclerose) se diferenciam em potencial de malignidade, e de grande potencial de levar-nos ao êxito letal, que a princípio parecem inofensivas, mas com grande potencial de causar tromboses em nossos vasos, denominadas cientificamente de doenças aterotrombóticas (uma das principais causas de morte nos países do mundo industrializado) que está associada com a conversão de pequenas e silenciosas lesões ateroscleróticas em placas de necrose (morte de tecidos), que são propensos à ruptura.
Um novo estudo no metabolismo celular fornece um elo perdido nessa conversão, mostrando que a combinação do retículo endoplasmático (Retículo Endoplasmático é um sistema de comunicação interno das células. É formado por várias membranas, criando canais, que se entendem do citoplasma (Citoplasma é uma palavra que significa substância viscosa que ocupa o espaço entre o núcleo da célula e a membrana celular) onde estão mergulhadas as organelas citoplasmáticas, com funções dentro da célula), até a membrana que envolve o núcleo celular. Dentro do retículo, várias substâncias são carregadas de um ponto a outro, dependendo da necessidade. Por exemplo, no Complexo de Golgi (conjunto de vesículas-membranas irregulares).
O Complexo de Golgi está presente em quase todas as células com núcleo centralizado – meio da célula, e é formado por várias bolsas achatadas, dispostas uma ao lado da outra - vesícula, contendo enzimas, que são transportadas pelo retículo endoplasmático até a membrana celular. O estresse e lipídios ou lipoproteínas, como triglicérides, colesterol total e frações, com o mal colesterol (LDL), têm uma função de formação de placas de deposição nas paredes dos vasos, que podem se romper, mas pode também entupir os vasos (Placas aterogênicas) que leva à morte celular (apoptose - é um tipo de "auto-destruição celular") de macrófagos (que são células que digerem restos celulares, substâncias estranhas, bactérias e grande diversidade de elementos) e placas de necrose (tecidos mortos) que são responsáveis pelo aparecimento da doença, que se observa na clínica, através da ruptura de vasos com placas formadoras das doenças trombóticas que entopem os vasos e são rompidas de forma agressiva na aterosclerose mediante qualquer estresse, como, químico, físico, cirúrgico ou qualquer outro. É muito importante que tomemos muito cuidado com processos que provocam trombos, pois em caso de ruptura, o problema não é apenas o acúmulo de colesterol total, mau colesterol (LDL), alterações do bom colesterol (HDL), mas o risco de vida que estamos promovendo, portanto, PREVINA-SE.

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1.Mulher magra possuem desvantagem modificações associadas das funções do sistema endócrino e imunológico...
http://gorduraabdominal.blogspot.com

2. Mulheres grávidas obesas desenvolvem resistência à insulina...
http:// obesidadecontrolada3.blogspot.com/ 


3. Obesidade intra visceral eé mais grave que outros tipos de obesidade...
http://obesidadedescontrolada1.blogspot.com/


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Referências Bibliográficas:
Molecular Therapy 19, 439-441 (March 2011) | doi:10.1038/mt.2011.14Matthew Porteus,Jun Xie, Qing Xie, Hongwei Zhang, Stefan L Ameres, Jui-Hung Hung, Qin Su, Ran He, Xin Mu, Seemin Seher Ahmed, Soyeon Park, Hiroki Kato, Chengjian Li, Christian Mueller, Craig C Mello, Zhiping Weng, Terence R Flotte, Phillip D Zamore and Guangping Gao,Weikang Tao, Xianzhi Mao, Joseph P Davide, Bruce Ng, Mingmei Cai, Paul A Burke, Alan B Sachs and Laura Sepp-Lorenzino,Jeong Ho Chang et al.doi:10.1038/nsmb.1984.







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28 de fevereiro de 2011

ENDOCRONOLOGIA - NEUROENDOCRINOLOGIA: APESAR DO GRANDE AVANÇO CIENTÍFICO QUE OCORRE NO BRASIL,

SISTEMA VASCULAR E LINFÁTICO


O APOSENTADO HAMILTON BISPO DA CONCEIÇÃO, 56 ANOS FOI O PRIMEIRO BRASILEIRO A SER SUBMETIDO A UM TRANSPLANTE DE ARTÉRIA DE DOADOR FALECIDO PARA EVITAR A AMPUTAÇÃO DE PARTE DE SUA PERNA DIREITA - COMPROMETIDA PELA ATEROSCLEROSE.ESTA DOENÇA TEM COMO CAUSA PRINCIPAL O ACÚMULO DE COLESTEROL TOTAL, HDL-BOM COLESTEROL DIMINUÍDO, LDL-MAL COLESTEROL AUMENTADO, TRIGLICÉRIDES AUMENTADO, E PODE SER CONSEQUÊNCIA DA SÍNDROME METABÓLICA.


Ao tentarmos dar seqüência ao desastre para nossa qualidade de vida e nossa saúde, em se tratando de SÍNDROME METABÓLICA, somos obrigados a dar alguns detalhes, que se não prevenirmos, invariavelmente irão nos pegar de surpresa, assim como o fizeram com o sr. Hamilton Bispo da Conceição, e entrarmos na história de forma muito desagradável, neste caso, devido a uma interrupção do fluxo sanguíneo que fatalmente poderemos ter, por entupimento de alguns vasos importantes, e ficaremos com uma sensação de fragilidade que eventualmente dará um grande trabalho para um bom psiquiatra.
O QUE É COLESTEROL TOTAL E FRAÇÕES?
É claro que explicar de maneira mais simples e menos complexa é útil, visto que, tão perigosa quanto estas frações, seus componentes específicos podem estar alterados individualmente, bem como, desproporcionalmente entre si, que pode ser mais e menos perigoso para nosso corpo: dentre eles gostaríamos de enfatizar com maior transparência alguns que são realmente muito graves, ou seja, o HDL (bom-colesterol) desproporcional, LDL (mau-colesterol) aumentado, VLDL, e por último o TRIGLICÉRIDES aumentado, que na verdade é gordura literal (quilomicrons).

O QUE É MAL E BOM COLESTEROL ?
Em forma de alegoria, se daria o seguinte exemplo: O MAL COLESTEROL É O MESMO QUE VOCÊ PEGAR UM BALDE DE ÁGUA BEM SUJA E JOGAR NO CHÃO; E O BOM COLESTEROL, É O TAMANHO DO RODINHO para retirar esta água suja; em outras palavras quanto maior o rodinho (HDL) bom-colesterol, mais rápido você limpa a sujeira do LDL mal-colesterol, e o Triglicérides, que é a graxa que vulgarmente espessa seu sangue, formando uma espécie de emulsão quando misturada ao sangue, aumentando assim a viscosidade do sangue.
PORQUE ACONTECE TUDO ISTO ?
Diversos fatores acabam nos comprometendo: hábitos alimentares errados, as famosas gorduras TRANS, a falta de exercícios simples, e diversos fatores genéticos, sendo que tudo isto leva à deposição de placas de gorduras nas paredes dos vasos e gorduras no fígado. Você pega o Ganso ou (pato), dê bastante milho para ele, quando estiver bem gordinho, pega seu fígado e depois de cozido, moer bem e voi la, está pronto seu patê, mas não se esqueça das ervas aromática, bom e o ganso se você não gostar de sua carne dê para os cachorros;  é literalmente o que acontece com seu fígado, é um MMMust.

TEMOS AS BOAS NOTICIAS !!!
1°É você não ficar dando milho para pato,
2°Perca todo o peso ou sobrepeso,(obesidade,obesidade abdominal,intra- abdominal, visceral, central e de revestimento, que você tenha, que é desnecessário,
3° Faça uma reavaliação de seus hábitos alimentares, pratique exercícios físicos pelo menos 3 vezes por semana por 30 minutos, diminua seu abdômen, que não é de cerveja, é gordura visceral mesmo, que dificulta sua respiração e batimentos cardíacos embora você pode até não perceber, a melhor parte é que você ainda está bem vivo, e tudo isto tem tratamento, pergunte para seu médico !!!!!
NÃO DÊ UM BELO TIRO NO SEU PRÓPRIO PÉ.

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Como Saber Mais:
1.É bom ter o mal-colesterol em baixos níveis...

2.O bom-colesterol é importante para combater o mal-colesterol...
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3.A Síndrome Metabólica provoca problemas cardiovasculares...

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Referências Bibliográficas:
Alexy U, L Libuda, S e M Mersmann Kersting 
Instituto Research de Dortmund Nutrição Infantil, Bonn Friedrich-Wilhelms-Universität Rheinische, Dortmund, Germany,
Departamento de Estatística, Technische Universität Dortmund, Dortmund, Germany. European Journal of Clinical Nutrition (2011) 65, 160-166,L Zheng, Z Zhang, Z Sun, J Li, X Zhang, C Xu, D Hu and Y Sun Department of Cardiology, Shengjing Hospital of China Medical University, Shenyang, People's Republic of China Department of General Surgery, Digestive Medical Center, First Affiliated Hospital of Tsinghua University, Beijing, People's Republic of China Heart, Lung and Blood Vessel Center, Tongji University, Shanghai, People's Republic of China Department of Cardiology, First Affiliated Hospital of China Medical University, Shenyang, People's Republic of China.







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18 de dezembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: O BOM-COLESTEROL (HDL-COLESTEROL) E O TRIGLICÉRIDES, APÓS PERDA DE GORDURA VISCERAL, ABDOMINAL, CENTRAL, INTRA-ABDOMINAL,


SÓ SE MANTÉM EM NÍVEIS BONS SE ESTA PERDA FOR MANTIDA POR UM LONGO PRAZO DE TEMPO, TRABALHOS EUROPEUS ACONSELHAM A AÇÃO PREVENTIVA DURANTE TODA A VIDA COM A UTILIZAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS ANTAGONISTAS, COMO POR EXEMPLO AS STATINAS MAIS MODERNAS OU TER A OBESIDADE CONTROLADA OU DESCONTROLADA.


Entre a classe médica, sabe-se que o excesso de gordura abdominal, obesidade central, em particular a gordura visceral abdominal, ou central que está relacionada a risco ao aumentado de complicações relacionadas à obesidade, seja ela de que nível for incluindo obesidade intra visceral, abdominal ou central. Os trablhos científicos tem examinados a associação entre fatores de risco metabólicos e manutenção da gordura visceral abdominal, obesidade central,após atitudes tomadas para perda de peso.
As avaliação em mulheres obesas na pós-menopausa, que concordaram em se submeter a um acompanhamento para a perda de peso, e chegaram a perder pelo menos 10% do peso inicial, tiveram um resultado significativo. O peso corporal, a gordura visceral abdominal ou central , foi avaliada através da tomografia computadorizada e os fatores de risco metabólicos, tais como, a pressão arterial, dislipidemia-Colesterol total, LDL colesterol mal colesterol, HDL colesterol , bom colesterol, Triglicérides que são quilomicros e glicemia, foram medidos antes do início do acompanhamento, ou seja, na semana zero, na semana após terminar o acompanhamento, ou seja, no 3º mes e após 2 anos de acompanhamento. As mulheres foram divididas em 2 grupos, de acordo com as mudanças em sua gordura visceral abdominal durante este periodo : um grupo aumentou a gordura visceral abdominal obesidade central e outro manteve a diminuição da gordura visceral abdominal ou obesidade central.
A mudança média da gordura visceral abdominal ou obesidade central das mulheres durante o acompanhamento, juntamente com mudanças, foi observada melhora em todos os fatores de riscos metabólicos exceto para o HDL- colesterol (bom-colesterol). Durante o período de acompanhamento, houve interação entre os 2 grupos de gordura visceral abdominal ou obesidade central em relação ao HDL- colesterol (bom-colesterol), os triglicérides e o colesterol total/HDL- colesterol. Em particular, o HDL- colesterol das que mantiveram a diminuição da gordura visceral abdominal ou obesidade central, melhorou e o valor durante o período superou o nível basal, ou seja, medido antes do início do acompanhamento. No entanto, a pressão arterial sistólica e diastólica, a tomografia computadorizada e o LDL- colesterol nas que mantiveram a diminuição da gordura visceral abdominal ou obesidade central como era esperado e de acordo com dezenas de trabalhos de pesquisas não poderiam apresentar , a não ser uma queda nos valores de tais níveis ou seja uma diminuição de tais níveis, pois seria um estimulo a obesidade intra abdominal, visceral ou central se as observações fossem diferentes.
Por isso temos que tomar muito cuidado com a interpretação de alguns trabalhos, que dependendo do protocolo utilizado, podem observar situações antagônicas, que não possuem lógica nenhuma. Através destas avaliações, fica claro porque a manutenção da diminuição da gordura visceral abdominal ou obesidade central, por um longo tempo após a perda de peso está associada com a melhora do HDL- colesterol e triglicérides em relação às mulheres obesas na pós-menopausa.

AUTORES PROSPECTIVOS 

Dr. João Santos Caio Jr. 
Endocrinologia – Neuroendocrinologista 
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologista – Medicina Interna 
CRM 28930

Como Saber Mais:
1. O HDL- colesterol e o triglicérides se mantém em níveis bons quando se perde gordura visceral abdominal e se mantém por longo período de tempo...
http://gorduraabdominal.blogspot.com


2. É importante a perda da gordura visceral abdominal...
http://gorduravisceral.blogspot.com


3. A obesidade pode levar à esteatose (gordura no fígado) hepática...
http://esteatosehepatica.blogspot.com


AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
T Matsuo, Y Kato, Y Murotake, M-K Kim, H Unno and K Tanaka
1. Graduate School of Comprehensive Human Sciences, University of Tsukuba, Tsukuba, Ibaraki, Japan
2. Sodegaura City, Sodegaura, Chiba, Japan
3. Unno Medical Clinic, Moriya, Ibaraki, Japan
International Journal of Obesity (2010) 34, 1742–1751; doi:10.1038/ijo.2010.95.








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